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Mas a cozinha da região do Crescente Fértil, onde estão a Síria, a Jordânia e o Líbano, tem outra elegância e complexidade. Na altura, final dos anos 90, a cozinha libanesa era muito procurada entre a comunidade intelectual de Saint-Germain-des-Prés, igualmente tesa. Descubra mais sobre o nosso restaurante
As sobremesas estão a cargo de Clayton Ferreira, o chef pasteleiro que trabalha há alguns anos com Diogo Noronha – como aliás grande parte da equipa do Pesca, entre cozinheiros e chefs de sala. “O Pesca é um restaurante que está virado para o mar a 100 por cento. Depois há o pátio, o ex-líbris do espaço, com um canto verde a fazer lembrar o Jardim Botânico ali do lado e mais 30 lugares.
Também há menu do dia, com opções de entrada e prato principal que mudam semanalmente (10,50€-15,25€). Os vinhos também merecem destaque nesta carta. No Tinto & Brasa prepara pratos de conforto de várias regiões do país sul-americano. Estamos no Tinto & Brasa – Parrilla Argentina, um restaurante instalado no Rato, a dois passos do histórico Procópio. Tudo isto feito com peixe que chega ao restaurante fresco todos os dias, claro. O brunch fica a 37€ por pessoa, o que inclui entradas, acesso ao buffet, um prato quente e uma sobremesa.
Henrique Sá Pessoa tem duas estrelas Michelin e é uma estrela de televisão, mas nem por isso é um chef inacessível ao comum dos mortais. A melhor forma de fazer esta viagem é mesmo pedir um combinado (há para uma, duas ou quatro pessoas). Para comer, não faltam os pratos de ovos, as torradas de abacate ou salmão fumado, açaí, croissants e granola. O janelão enorme, com uma mesinha e umas quantas flores, denuncia o Seagull Method Café, no Príncipe Real, projecto dos donos do minimalista Heim, em Santos, e do novo grego da cidade, o Kefi. As ostras, um dos grandes destaques na carta, são disso exemplo.
Além dos pratos do dia, divide-se entre petiscos e principais. É isso o Pica-Pau, um restaurante que bebeu das receitas de Maria de Lourdes Modesto, em pleno Príncipe Real e com Luís Gaspar, da Sala de Corte, aos comandos. Restaurantes de comida tradicional há muitos, nem tantos a abrir, e poucos com um chef com nome feito na praça a dar-lhe forma. café príncipe real restaurante & cocktail bar Stracciatella e Morango são dos sabores mais pedidos, mas a carta é variada e promete mudar a oferta com regularidade. A loja é o quinto espaço da família Rivolta, que tem como lema “Privilegiar a excelência do produto e a satisfação do cliente”.
Em boa hora, aliás, decido acrescentar pratos ao menu. Precisamente no Il Gattopardo, do Hotel Dom Pedro, onde Bono foi chef principal. E qual foi o restaurante onde mais gastou, nesse período? O chef aparece na sala a meio do almoço. Este simpático café/restaurante abriu este ano e veio dar mais jovialidade à Praça da Alegria. Não existe um preço fechado por pessoa para o evento, sendo os pratos cobrados individualmente.
Uma cozinha de conforto e de memórias. Assim sendo, Jamie Oliver prepara-se para somar mais um restaurante à sua longa lista. Todos os dias há um prato diferente, da responsabilidade de uma equipa comandada pela chef Filipa Ruas. Não se deixe enganar pelo logótipo com o porco à entrada. “A melhor refeição ao melhor preço.” Duas entradas, dois principais e duas sobremesas ficaram por 36 euros por pessoa, ao almoço.
A casa era conhecida por ter sempre uma proposta de bacalhau nos pratos do dia e isso vai continuar a ser regra. O final de tarde ideal é no Coyo Taco, com as melhores margaritas de Lisboa. Se quiser levar os queijos e enchidos italianos para casa, basta escolher na pequena montra à entrada, onde também se encontra um bar de Prosecco e cocktails.